Terça-feira começou o Big Brother Brasil 9 e pra quem não sabe, eu sou meio que viciado nesse negócio. Cerca de duas semanas atrás já pedi pra minha mãe providenciar o Pay-per-view e desde aí eu venho assistindo os melhores momentos dos BBBs antigos para aquecer. Estou falando isso para vocês entenderem que é um vício mesmo. Eu, em algumas edições passadas, ficava a madrugada inteira assistindo. Hoje não faço mais isso porque, graças a Deus, tenho mais o que fazer.
Embora eu seja fã do programa, sei que ele não é um poço de sabedoria e que provavelmente não vai me acrescentar muita coisa. Mas quem disse que a vida é só aprendizado. Aliás, se tem eu uma coisa que eu odeio é gente metida a intelectual e que não gosta de BBB sem nem assistir. Virou moda entre os intelectuais não gostar de BBB. Moda não, porque isso também deve ser coisa de gente sem cultura. Deve ter um outro nome.
Mas mesmo achando isso tudo, confesso que existe um preconceito inconsciente dentro mim em relação ao BBB e esse meu inconsiente busca algum aprendizado no programa, algum sentido antropológico ou algo do gênero, mas eu dou logo um bicão nele, porque eu preciso de espaço livre na minha cabeça para pensar na formação do próximo paredão.
Mas falando dessa edição que começou agora, eu não gostei muito desse início. Nunca gosto do início. Alguém falou para produção do programa que eles sempre têm que fazer 257 mudanças no esquema do programa a cada edição e até eu me acostumar com isso leva tempo. Por exemplo, odiei essa história de muro que separa a casa em dois. Estou esperando anciosamente eles tirarem aquela merda dali e o programa começar direito.
Em tempo: Adorei essa velhinha abusada que eles colocaram na casa. Me mijo de rir com ela.
Em tempo 2: Se tem outra coisa que eu odeio é essa animação inicial que tudo o que acontece eles gritam dizendo: "TO NO BBB PORRAAAAA!!!!"
Nenhum comentário:
Postar um comentário